É obrigatório se fazer justiça a quem comanda o Brasil (o time, de Pelotas). Se a intenção era promover uma mudança, teve sucesso a demissão de Luizinho Vieira para a contratação de Marcelo Rospide.
O time, líder do seu grupo na Série A2 do Gauchão quando o técnico anterior foi mandado embora, agora é o terceiro colocado. Somou apenas um ponto nos dois jogos com novo treinador - empate por 3 a 3 em casa na quinta-feira contra o Riopardense e derrota hoje por 2 a 0 fora contra o Riograndense.
Mudou, não mudou?
Aliás, antes que algum mala resolva dizer que só falo mal da mudança de técnico do Brasil, há que se registrar que o novo comandante tem ao menos uma "vantagem" sobre o anterior. Durante os treinamentos coletivos, Rospide para a todo tempo o trabalho para corrigir falhas, especialmente o posicionamento dos jogadores. Coisa que raramente ocorria com Luizinho Vieira, mais adepto ao estilo "larga a bola e deixa jogar".
Mesmo assim, até agora o resultado prático da troca foi a perda de posições no grupo. Será que o método Rospide vai funcionar melhor nas próximas rodadas e recolocar o Xavante na ponta da tabela?
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