Quanto critério! Quanta ética! Quanto profissionalismo!
O Brasil, menos de 24 horas após perder para o Guarani-VA por 2 a 1 no Bento Freitas, mandou embora o seu treinador (Luizinho Vieira) e foi buscar Marcelo Rospide. Justamento o técnico do Guarani.
Agência Estado
Difícil entender um critério desses, já que tira da casamata o profissional que mantinha o clube na liderança da Chave 1 da Série A2 do Gauchão, para colocar em seu lugar o professor que estava no lanterna do mesmo grupo e que das cinco partidas que dirigiu venceu apenas uma, perdendo duas e empatando outras duas.
Aliás, tanto o Brasil quanto Rospide foram bastante éticos nessa história toda, não? O Xavante, ao invés de buscar alguém no mercado para assumir o time, vai em cima de um profissional empregado em um adversário na competição. Já o técnico deixa o Guarani exatamente 21 dias após ser contratado.
O comportamento do Brasil, indo atrás de um técnico empregado, e o do técnico, que abandona um trabalho no meio do caminho, mostram uma das caras do futebol no Brasil.
Depois ficam enchendo o ouvido dos torcedores com um papinho de "projeto" e "continuidade". E tem um monte de trouxas que embarca nessa!

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